Últimas Notícias
 
 



 Queda na demanda por crédito se intensifica na alta renda 

 

A demanda por crédito, que vinha se retraindo neste ano expressivamente entre consumidores de baixa renda, também teve uma queda acentuada na classe A em março. O Indicador Serasa Experian de Demanda dos Consumidores por Crédito aponta para um recuo de 8,3% no número de consultas por empréstimos nesse segmento na comparação com março de 2008.

De acordo com o levantamento, a procura por crédito pelos consumidores com renda mensal acima de R$ 10 mil ainda caiu menos que entre aqueles que somam rendimentos de até R$ 500 -retração de 10,3% em março.

Mas a aceleração da queda foi maior entre os consumidores de alta renda. Isso porque, nos dois primeiros meses do ano, o número de consultas para aquisição de crédito nesse segmento se retraiu em média 2,5%.

Para o gerente de indicadores de mercado da Serasa, Luiz Rabi, há motivos diferentes para que pessoas de alta e baixa renda reduzam o interesse pela contratação de crédito.

As de baixa renda não possuem reserva financeira expressiva e, por isso, sentem um medo maior do desemprego. "Eles param de contrair crédito por uma questão de confiança."

Já o estímulo dos consumidores das classes mais altas para emprestar caiu por conta do custo maior do crédito neste ano, afirma Rabi. "A alta renda tem a percepção de que o mercado de crédito ainda não está normalizado."

Para ele, o movimento de queda na demanda por crédito pela classe A desmente o mito de que o consumidor brasileiro não observa o juro, mas o valor final da parcela.

A expectativa de Rabi é que o ciclo de queda na demanda por crédito não só continue no segundo trimestre, como fique mais acelerado. Para ele, apenas com o restabelecimento da confiança dos consumidores ou com a redução do juro real haverá uma retomada no interesse pelos empréstimos.

 

Fonte: Folha de S.Paulo 

 Inadimplência se acelera e aumenta 17% em março

Por: Folha de S. Paulo 

Serasa vê maior financiamento do consumidor por meio de cheque pré-datado. Bancos respondem pela maior parcela de clientes com débitos em atraso, seguidos pelas empresas de cartões e financeiras 

TONI SCIARRETTA
DA REPORTAGEM LOCAL 


Reflexo do aumento no desemprego, da queda na renda e da desaceleração na economia, a inadimplência do consumidor se acelerou em março, mês que combina os efeitos dos pagamentos em atraso das compras de dezembro com o das despesas do início do ano. Pesquisa da Serasa Experian mostra que a inadimplência saltou 17% em março ante o mesmo período de 2008. Em fevereiro, o índice havia subido 4,7% na mesma base de comparação.


Para Luiz Rabi, gerente de Indicadores da Serasa, além dos efeitos conhecidos da crise (menos emprego, renda e atividade econômica), a inadimplência cresce também devido ao aperto do crédito, que se traduz por meio de limites e prazos menores e juros maiores.


A maior evidência é o aumento no valor médio dos cheques sem fundos no primeiro trimestre, que subiu 31% em relação ao mesmo período de 2008 e atingiu R$ 828,70. Nos cartões de crédito e nas financeiras, o valor das dívidas em atraso era menos da metade disso, de R$ 386,86 -13% menor do que em 2008.


"Dessa vez, não é só o desemprego [que propaga a inadimplência]. A coisa está diferente porque tivemos uma crise de crédito. Muita gente que teve o limite cortado no banco foi para o cheque pré-datado", disse.


"O cheque torna-se uma maneira rápida de obter financiamento. A possibilidade de negociação, além da flexibilidade de prazos e dos parcelamentos, explica o crescimento da preferência pelo cheque pré-datado", disse Marcos Crivelaro, professor da Fiap.


Na pesquisa, março de 2009 já aparece como um dos piores meses para o consumidor manter as contas em dia desde o início de 1999, quando começa a série histórica. Na comparação com fevereiro, mês com menos dias úteis, houve alta de 23% na inadimplência. Isolando o primeiro trimestre, a elevação foi de 11% ante 2008.


Os bancos foram os mais afetados pelos atrasos. As instituições financeiras tinham 43,4% do total da inadimplência no primeiro trimestre -há um ano, era 42,9%. Os bancos preveem para 2009 a maior inadimplência em nove anos, de 5,4% do total da carteira de crédito. Para se precaverem, fizeram provisões de R$ 65 bilhões para devedores duvidosos.


A inadimplência reportada pelos bancos supera a das empresas de cartões e as financeiras, que somam 37,1% do total. Os cheques sem fundos são hoje 17,6% do total, e os títulos em protesto, o 1,9% restante.


Para a Serasa, a inadimplência deve continuar subindo ao lado do desemprego. "Dificilmente, a gente vai ter uma reversão no desemprego antes do meio do ano", disse Rabi.

INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS

ANO-CALENDÁRIO DE 2008

IMPOSTO DE RENDA - PESSOA FÍSICA

Clique aqui e mprima seu informe ou acesse o menu  Auto-atendimento / Consulta de Saldos.

Informações adicionais:

Até o ano de 2007, independente da renda anual, as pessoas sócias de cooperativas com mais de R$1.000,00 (hum mil reais) em quota-parte de capital, eram obrigadas a declarar essa informação na Declaração de Imposto de Renda.

De acordo com IN RFB 820, de 11 de fevereiro de 2008, os associados de cooperativas de todo o Brasil, que acumulam capital social inferior a R$5.000,00 (cinco mil reais), não estão mais obrigados a declarar essa informação na Declaração do Imposto de Renda. Caso o cooperado mantenha em capital valor superior a esse limite, estará obrigado à entrega da Declaração de Ajuste do IRPF.
Com a ampliação desse valor para R$5.000,00 (cinco mil reais) a partir de 2008, muitos associados de baixa renda não mais precisam fazer a declaração anual.

 

 
 
   
Newsletter Coopercredi ACSC 2009
 
  

 
   
 
 

Manual do Cooperado

Saiba o que é o cooperativismo, como é formado o capital da cooperativa, como solicitar empréstimos... [ + ]

Relatório da Gestão

Conheça o Relatório da Gestão 2008, com os principais destaques do ano, que foi apresentado na Assembléia Geral de março/2009. [ + ]

Relatório Contábil

Conheça também o Relatório Contábil de 2008 que compreende as Demonstrações Contábeis e os pareceres do Conselho Fiscal e Auditoria Independente. [ + ]

 
   

Você já usou os serviços da Coopercredi ACSC?





 
   
 



Rua Cincinato Braga, 144/172, 6o. andar, Bela Vista - CEP 01333-010 - São Paulo - SP. Telefone: (11) 3016-3906 Fax: 3266-3572
 


Registre-se  |  Conectar-se