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Mensagem da ACI para o Dia Internacional do Cooperativismo 2010
“A mulher e o cooperativismo: conquistas e desafios para o empoderamento feminino”
88º Dia Internacional do Cooperativismo
16º Dia Internacional das Cooperativas das Nações Unidas - 3 de julho de 2010
Em todo o mundo, as mulheres estão escolhendo as cooperativas como resposta as suas necessidades econômicas e sociais - seja para alcançar aspirações empresariais, obter produtos e serviços que querem e necessitam, mas, acima de tudo, participar de uma empresa que se baseia em valores, em princípios éticos e proporcionam oportunidades de gerar investimentos. As mulheres estão descobrindo que as cooperativas representam opções atrativas.
As cooperativas são empresas de propriedade conjunta e de gestão democrática guiadas por valores de ajuda mútua, responsabilidade compartilhada, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Elas situam as pessoas no centro de suas atividades e permitem aos membros, pela tomada de decisão democrática, escolher a forma de como alcançar suas aspirações econômicas, sociais e culturais.
Para as mulheres, as cooperativas têm um papel chave a desempenhar, pois são capazes de responder as suas necessidades práticas e estratégicas. Cooperativas formadas exclusivamente por mulheres ou constituídas por homens e mulheres oferecem meios organizativos eficazes para as sócias e empregadas melhorarem seu nível de vida, por meio das oportunidades de exercer trabalho decente e facilidades de poupança, crédito, saúde, habitação e serviços sociais como educação e capacitação. As cooperativas também oferecem às mulheres meios para participarem de atividades econômicas e exercerem influência, conquistando autonomia e auto-estima graças a esta participação. Elas contribuem, ainda, para melhorar a situação econômica, social e cultural das mulheres, promovendo a igualdade e mudando os preconceitos institucionais.
Para as empresárias, as cooperativas constituem um modelo de empresa particularmente atrativo. Ao agregar capital, as mulheres têm a capacidade de envolver-se nas atividades geradoras de investimentos e organizarem seu trabalho de uma maneira flexível, respeitando os múltiplos papeis que podem assumir na sociedade. Sejam oriundas de Burkina Faso, Índia, Japão, Honduras ou Estados Unidos, as mulheres compartilham experiências cooperativistas similares – suas cooperativas exclusivamente conformadas por mulheres lhes permitiram ganhar confiança em si mesmas, ter responsabilidades profissionais, valorizar suas competências e melhorar seus meios de vida ao obter resultados de seu trabalho, além de acessar um amplo leque de serviços.
As mulheres também estão encontrando satisfação em integrar cooperativas que contam com a participação de homens. Na qualidade de sócias ou empregadas, elas estão descobrindo cooperativas que se esforçam para promover o respeito mútuo e a igualdade de oportunidades.
Entretanto, é preciso muito mais para se alcançar a igualdade de gênero. As cooperativas são um reflexo de seus membros e da sociedade em que atuam e, portanto, refletem os preconceitos sociais e culturais predominantes. Apesar disso, elas vêm respondendo ao desafio de realizar mudanças na cultura organizacional, nos métodos de trabalho e nas oportunidades de educação e formação para que o empoderamento feminino se torne realidade.
O empoderamento das mulheres tem cinco componentes: o sentimento de auto-estima; o direito de votar e ser votada; de ter acesso a oportunidades e recursos; poder controlar suas próprias vidas, tanto dentro como fora de casa; e a sua capacidade de influenciar a direção das mudanças da sociedade, para criar uma ordem social e econômica mais justa, nacional e internacionalmente.
A empresa cooperativa aborda cada um desses componentes e está fornecendo oportunidades reais de empoderamento para as mulheres em todas as regiões do mundo.
Uma empresária bem sucedida e membro de uma cooperativa na Índia, senhora Kumari, resumiu a questão quando falou sobre sua experiência: "como eu gostaria de agradecer ao Banco Cooperativo de Mulheres por fazer de mim uma mulher com poderes que me permitem realizar meus sonhos."
Neste Dia Internacional do Cooperativismo, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) faz um chamado a seus cooperados para que reconheçam a contribuição fundamental das mulheres no desenvolvimento econômico, social e cultural em todo o mundo, reforçando o compromisso cooperativo de permitir o empoderamento das mulheres nas cooperativas e incentivar a sua participação no movimento cooperativista.
Sou cooperativista, sim senhor!
Enalteço os benefícios do cooperativismo por acreditar na sua capacidade de enfrentar os desafios econômicos, urbanos e rurais, com as ferramentas da produtividade, competitividade e responsabilidade social, contribuindo, assim, para um desenvolvimento sustentável e mais justo! Autor da 1º lei paulista de incentivo ao cooperativismo (Lei nº. 12.226/06), ao fazer uma retrospectiva das principais conquistas do cooperativismo, ao longo dos últimos seis anos, sinto-me orgulhoso por ter sido um dos que lutaram para garantir o pleno funcionamento dos seus treze ramos de atividade no País.
Às vésperas de duas datas importantes, em 03 de julho, vamos comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo, que este ano tem como tema: “A mulher e o cooperativismo: conquistas e desafios para o empoderamento feminino”, e no próximo dia 07 de julho, acontece o XXVII - Simpósio das Unimeds do Estado de São Paulo (Suesp), faço aqui um breve relato destas conquistas para reforçar que “se muito vale o já feito, mais vale o que será”.
Finalmente, o Projeto de Lei 4622/04 encontra-se na pauta de votação da Câmara dos Deputados e, a partir de um esforço concentrado da Frencoop e da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), estamos lutando pela sua aprovação definitiva, o que trará a segurança jurídica necessária para o ramo.
Em São Paulo, estou empenhado junto a OCESP (Organização das Cooperativas Paulistas) e a Frencoop Estadual, em reverter o Decreto Nº 55.938/2010, do Governo Estadual, que restringe a participação de cooperativas em licitações, a partir da recomendação do Tribunal de Contas do Estado.
Esta semana, inclusive, representantes da Frencoop e da OCESP terão uma reunião com o Chefe da Casa Civil, Luiz Antonio Guimarães Marrey, no sentido de revertermos esse decreto que traz insegurança e acaba por enfraquecer todo o setor.
No ramo crédito, conseguimos aprovar a Lei 11.524/07, que deu acesso as cooperativas de crédito aos benefícios do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - Sescoop, potencializando assim o processo de formação, qualificação e profissionalização de dirigentes, colaboradores e associados das cooperativas de crédito.
Também trabalhei ativamente para aprovar a Lei 11.718/08 que proporcionou a adequação dos planos de segurança para as cooperativas conforme seu porte, proporcionando segurança ajustada e compatível com a realidade de cada cooperativa.
E mais importante, pudemos comemorar a aprovação da Lei 130/09, da qual foi inclusive relator na Câmara dos Deputados, que regulamentou o artigo 192 da Constituição Federal, no que tange o cooperativismo de crédito e consagrou a atuação, relevância e importância do Sistema Nacional de Cooperativismo de Crédito dentro do Sistema Financeiro Nacional, promovendo avanços e inovações na legislação a fim de potencializar a participação do cooperativismo no mercado financeiro.
Diante deste retrospecto, o sentimento de dever cumprido serve como mola propulsora para os desafios que ainda estão por vir. Desde 1844, o movimento cooperativista se dissemina pelo mundo. Lutar por um marco regulatório capaz de contemplar todas as especificidades do cooperativismo pode simbolizar “um divisor de águas”, no sentido de impulsionar sua regulamentação e, consequentemente, o seu crescimento em todo o País.
Deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) – Diretor da Frencoop – Frente Parlamentar pelo Cooperativismo.
arnaldojardim@arnaldojardim.com.br
www.arnaldojardim.com.br
http://twitter.com/ArnaldoJardim Circular 001/2010
São Paulo, 9 de março de 2010.
Prezados cooperados:
Conforme Edital de Convocação publicado no Jornal da Tarde, página 4B, no dia 27/2/2010 (sábado) está convocada a Assembléia Geral Extraordinária e Ordinária para o dia 29/3/2010 (segunda-feira), nas dependências do Teatro do Hospital Santa Catarina, localizado na Avenida Paulista, 200, térreo, São Paulo/SP.
- O Edital convocou os 51 (cinqüenta e um) delegados para as discussões e deliberações constantes na pauta;
- Os cooperados podem comparecer às nossas Assembléias, contudo sem direito a participar dos debates e votar;
- Os delegados efetivos devem confirmar sua presença na Assembléia até o dia 18 de março para termos tempo hábil de organizar o evento ou convocar o suplente no caso de impedimento do delegado efetivo;
- Os cooperados interessados em se candidatar para os cargos do Conselho Fiscal deverão se inscrever individualmente:
- Os candidatos deverão atentar-se aos requisitos legais e estatutários;
- A inscrição deverá ser por escrito e protocolada na sede da cooperativa até o dia 24/3/2010 (quarta-feira);
- Os formulários para inscrição estão disponíveis na sede da cooperativa;
Atenciosamente,
Douglas A. Cirilo,
Gerente Executivo.
COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA ASSOCIAÇÃO CONGREGAÇÃO DE SANTA CATARINA
CNPJ: 65.560.658/0001-01
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA E ORDINÁRIA, CUMULATIVAS
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
O Presidente do Conselho de Administração da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários da Associação Congregação de Santa Catarina, convoca os 51 delegados, para reunirem-se em Assembléia Geral Extraordinária e Ordinária, Cumulativas que realizar-se-á à Av. Paulista, 200, Bela Vista, São Paulo/SP, por absoluta falta de espaço em sua sede social, no dia 29 de Março de 2010, obedecendo os seguintes horários e quorum para a sua instalação, sempre no mesmo local, cumprindo o que determina o Estatuto Social : 01) em primeira convocação às 7h00, com a presença de 2/3 dos delegados; 02) em segunda convocação às 8h00, com a presença da metade e mais um do número total de delegados; 03) em terceira e última convocação às 9h00, com a presença mínima de 10 (dez) delegados, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia :
Extraordinária
1. Reforma do Estatuto Social, para adequação à Lei Complementar 130, envolvendo:
a) Alteração do caput, do artigo 1º, incluir referencia a Lei Complementar 130;
b) Inclusão do § 4º, do artigo 14, definição do limite de juros ao capital – Selic anual;
c) Alteração do caput, do artigo 30, ampliação do prazo para realizar AGO para os quatro primeiros meses do final do exercício;
d) Inclusão dos incisos III e IV, do artigo 30, previsão para estabelecimento de formula de cálculo para distribuição de sobras e previsão de compensação de perdas e renumeração dos demais incisos;
e) Alteração do caput, do artigo 55, ampliação do mandato do conselho fiscal para dois anos;
f) Exclusão do § 2º e do § 3º, do artigo 66, inclusão do artigo 67, incisos e parágrafo único, e inclusão do artigo 68, inciso e alíneas, adequação dos critérios de distribuição de sobras e perdas e renumeração dos demais artigos;
2. Outros assuntos de interesse geral.
Ordinária
1. Prestação de Contas do exercício de 2009, compreendendo o Relatório da Gestão, Demonstrativo da conta de Sobras ou Perdas, Parecer do Conselho Fiscal e Parecer da Auditoria Independente;
- Pagamento de remuneração ao Capital;
- Destinação das Sobras Líquidas;
- Aplicação do Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social - FATES;
- Eleição dos membros do Conselho Fiscal;
- Outros assuntos de interesse geral.
São Paulo, 27 de Fevereiro de 2010.
Antônio Coelho Barroqueiro,
Diretor Presidente.
Publicado no Jornal da Tarde na página 4B.
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