Economia do Brasil vai crescer entre 4% e 5% em 2011
Segundo estudo divulgado nessa quarta-feira, 13, pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil deve crescer entre 4% e 5% em 2011.
Para o Ipea, a redução do crescimento econômico do país em comparação a 2010 – quando o aumento foi de 7,5% - é consequência do acréscimo dos juros e da diminuição do impulso no setor fiscal.
Sobre o mercado de trabalho, o Ipea prevê que o comportamento será positivo ao longo deste ano, mesmo com condições menos favoráveis. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficará entre 5% e 6% em 2011, acima da meta do governo, de 4,5%, e abaixo do teto, de 6,5%.
Outra previsão do Ipea é sobre o saldo negativo em conta corrente, que deve avançar e ficar entre 63 e 73 bilhões de dólares.
Procura por crédito cresce, segundo Serasa
A procura por crédito em março cresceu 5,7% em comparação a fevereiro. Os dados são do Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito. No número acumulado do primeiro trimestre do ano, a procura aumentou 12,9% em relação ao mesmo período de 2010. Ainda assim, o crescimento foi menor do que o observado no quarto trimestre do ano passado, de 18,3%.
A Serasa, em nota, afirma: “isso demonstra que a demanda dos consumidores por crédito encontra-se em rota de desaceleração, determinada tanto pelas medidas macroprudenciais adotadas pelo Banco Central, no início de dezembro do ano passado, quanto pelo atual ciclo de elevação das taxas de juros”.
A demanda por crédito foi maior entre os consumidores de baixa renda (até R$ 500 por mês), com crescimento de 48,6% em relação ao primeiro trimestre de 2010. Logo em seguida estão aqueles que têm entre R$ 5.000 e R$ 10.000 de renda mensal, com aumento de 24,6%.
A menor procura por crédito foi dos consumidores com renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 2.000, com crescimento de 4,1% em comparação ao primeiro trimestre do ano passado. Outras classes de renda tiveram aumento de 12,2% (renda mensal acima de R$ 10.000) e 14,7% (renda mensal entre R$ 500 e R$ 1.000).
Assembleia 2011 se aproxima
A Assembleia 2011 da Coopercredi ACSC vai acontecer dia 29 de abril (sexta-feira), às 9h, no Auditório do Hospital Santa Catarina, em São Paulo.
A Assembleia é um dos encontros mais importantes da Coopercredi, nela são discutidos diversos temas de extrema importância para o bom andamento da Cooperativa. Entre os temas abordados estão a prestação de contas de 2010, a destinação das sobras líquidas e a aplicação do FATES.
Neste ano, mais um debate integrará a pauta da Assembleia. O Conselho de Administração irá propor alterações estatutárias para aperfeiçoar o sistema de governança cooperativa. A principal mudança será a segregação das funções do Conselho de Administração (direção estratégica) e da Diretoria (direção executiva), que poderá ser contratada ao invés de vir do Conselho. As mudanças têm como objetivo aperfeiçoar a gestão da Coopercredi, estabelecendo com clareza as funções de cada órgão da administração da sociedade.
É hora de você associado encaminhar suas dúvidas e sugestões aos delegados de suas casas, eles são seus porta-vozes na Assembleia. Delegados, participem!
Brasileiro tem usado mais o cartão de crédito e débito
Segundo pesquisa divulgada pelo Banco Central, o brasileiro tem utilizado mais o cartão de crédito de débito para fazer pagamentos. Ainda assim, o dinheiro continua sendo o meio mais usado para pagamentos de contas e despesas. Pelo levantamento, 72% dos entrevistados usam dinheiro com maior frequência. Em 2007, essa parcela era de 82%. O uso de cartões de crédito cresceu de 8% para 13% entre 2007 e 2010. O uso de cartões de débito foi de 8% para 14%. O uso de cheques caiu de 2% para em torno de zero.
Também de acordo com a pesquisa, o gasto mensal médio com pagamentos de contas e compras subiu 40% de 2007 para 2010 e passou de R$ 577 para R$ 807,93. Desse total, 59% são pagos em dinheiros, diferente dos 77% em 2007, 20% em cartão de crédito, que em 2007 era 11%, 16% em cartão de débito, que era de 8% em 2007, e 2% em cheque, 3% antes.
O uso do dinheiro, segundo o levantamento, é mais frequente para pagamentos em padarias, aluguel e condomínio, mercearia, mercadinho e educação. Para pagamentos de valores acima de R$ 50, o uso de outros meios, como cartão, atinge mais de um terço da população. Nas classes A e B, supera 50%.